Levedura nutritiva ou nutritional yeast: você sabe o que é?

A levedura nutritiva (ou levedura de cerveja) é uma levedura inativa, semelhante ao fermento biológico, mas com mais sabor. 

Tem cor amarela, um aroma inconfundível e agradável e um gostinho de castanhas e queijo (também existem outros sabores). É considerada um suplemento nutritivo, pois contém altos teores de proteína, ácido fólico e vitaminas.

O mais importante é que oferece, principalmente aos veganos e vegetarianos, uma fonte não animal de vitamina B12.

Pode ser acrescentada às saladas, molhos de saladas, massas, sopas, molhos e temperos. Fica gostoso até na pipoca fresquinha.

Onde encontrar? Em lojas de produtos naturais.




Vitamina D e excesso de peso

A grande maioria das pessoas já sabe da importância da vitamina D para manutenção dos ossos, mas essa vitamina também possui outras funções importantes, como: prevenção de diversos tipos de câncer, ação sobre o controle da pressão arterial, redução do risco de doenças cardiovasculares, prevenção do diabetes tipo 2, melhora do funcionamento neural, do desempenho físico e atuação no tratamento de doenças autoimunes.

Pode-se perceber que grande parte das doenças citadas ocasionalmente fazem parte de um quadro de excesso e peso ou obesidade certo? 

O que muitos não sabem é que pacientes fora do peso ideal devem ter atenção redobrada no controle dos níveis dessa vitamina, pois a vitamina D é uma vitamina lipossolúvel, ou seja, solúvel em gordura. Em pacientes com sobrepeso ou obesidade ela se mistura com o tecido adiposo do indivíduo, tornando-se diminuída ou inativa. 

Como o excesso de peso aumenta o risco e a incidência de todas as doenças crônicas não transmissíveis, avaliar a vitamina D nessa população é extremamente importante, até mesmo porque a faixa de referência de normalidade para pessoas acima do peso é completamente diferente quando comparada à faixa de referência de pessoas com peso normal.

Fique atento e consulte seu nutricionista!





Fitato, um antinutriente que você não conhece

O fitato, ou ácido fítico, é considerado um antinutriente por ser um composto que dificulta a absorção de um ou mais nutrientes. Ele está presente nas sementes, nos grãos dos cereais integrais e nas leguminosas. Os vegetais amiláceos, como a cenoura e a batata, também contém fitato, mas em menor quantidade.

A ação do fitato pode ser anulada, ou no mínimo reduzida, se tivermos alguns cuidados no preparo dos alimentos, como embeber o grão em água, germiná-lo e fermentá-lo.

Germinação: compreende o período em que o grão é colocado de molho na água, até o momento em que é levado para a panela. De forma geral, os grãos devem permanecer de 12 a 24 horas nesse processo. De qualquer forma, é preciso oferecer condições para a semente brotar e trocar a água de 8 a 12 horas é crucial para mandar o fitato embora junto com ela.

Fermentação: aumenta a absorção dos minerais, em especial o zinco. Vale para a farinha de trigo ou centeio usada para fazer pão caseiro. A fermentação "espontânea", sem o uso de leveduras é mais eficiente ainda para reduzir o fitato. É possível colocar o grão de trigo de molho na água e esperar o processo de germinação. Depois, deixá-lo secar completamente e moê-lo para extrair a farinha. Pode-se utilizar essa farinha para fazer pão, misturando-a com água e deixando fermentar. Esse processo dá um pouco mais de trabalho, mas deve ser levado em consideração principalmente por vegetarianos, para que consigam um aporte adequado de nutrientes.

Molho na água: o fitato se dissolve na água e assim pode ser removido. Além disso, embeber o grão em água é fundamental para ativar e acelerar o processo de germinação.