Guia Alimentar para a População Brasileira

Muitos pacientes tem dúvidas em relação à qualidade da alimentação. As mais comuns são:

1. O que são alimentos processados?
2. O que são alimentos in natura?
3. O que são alimentos minimamente processados?

Para essas e muitas outras dúvidas, o Ministério da Saúde lançou o Guia Alimentar para a População Brasileira, que tem como objetivo ensinar a população um pouco sobre alimentação saudável, como escolher e consumir os alimentos da forma mais adequada possível.

O guia está abaixo e se você tem interesse em solucionar todas as suas dúvidas, vale muito a leitura.



Tapioca: vale mesmo a pena?

Diariamente no consultório muitos pacientes me perguntam sobre o consumo da tapioca, amplamente divulgada a alguns anos atrás após o aparecimento das blogueiras fitness e seu consumo diário.

A regra era simples: o pão francês virou o fim da picada, e deveria ser substituído pela tapioca.

O que muita gente não sabe é que a tapioca tem um alto índice glicêmico (cerca de 115, contra 95 do pão francês). Alimentos com alto índice glicêmico são capazes de aumentar a glicemia rapidamente, causando, entre outros malefícios, fome fora de hora e resistência à insulina. Tudo que a gente não quer.

O que devemos fazer então? Aí entra a individualidade do paciente e seu gosto pessoal. Pra quem ama esses dois alimentos, é claro que eles poderão ser consumidos, mas em horários recomendados. Por exemplo: pão e tapioca podem ser utilizados no pré e no pós-treino, onde a necessidade de carboidratos é mais alta proporcionando um bom rendimento e recuperação.

Obviamente existem alimentos mais bem recomendados que esses, por isso é importante sempre conversar com seu nutricionista para adequar o plano alimentar. Existem estratégias nutricionais para reduzir a carga glicêmica dos alimentos, e isso é importante para que ninguém deixe de comer as coisas que gosta.

Quer um exemplo: troque a tapioca pela crepioca. É tão gostosa quanto e com uma carga glicêmica bem mais baixa. 



Dica de lanche: Yellow Alecrim

A cada dia que passa as opções de lanches prontos estão cada vez mais repletas de açúcar, óleo de palma, sódio e nutrientes desnecessários e que causam mal à saúde.

Em função disso, fica cada dia mais complicado saber qual biscoitinho ou snack escolher e levar para o trabalho, para viagens e até mesmo para a escola. Em meus passeios ao supermercado para sempre ficar por dentro das novidades para oferecer aos meus pacientes, encontrei mais uma alternativa.

A Banana Brasil lançou o Yellow Alecrim, um salgadinho assado com sementes de cúrcuma e alecrim. Em seus ingredientes só encontramos coisas saudáveis e permitidas: farinha de arroz, sementes de chia, semente de linhaça marrom, semente de girassol, óleo de girassol, cúrcuma em pó, sal marinho e alecrim. E ainta tem baixo teor de sódio, não contém glúten e nem lactose.

Em resumo: vegano, assado, fonte de fibras e com muito sabor!

Assim, esse snack é uma opção viável e gostosa para ser consumida como substiruto de lanche quando você não pôde se programar e levar algo mais saudável (e barato) de casa.

Valor médio: R$ 7 o pacote de 50 g. Experimente também o Crunchy Couve e o Hot Beterraba, que seguem a mesma linha e também são bem gostosos.


Fica a dica!





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