Açúcar de coco, demerara, mascavo, orgânico, etc: qual escolher?

NENHUM!

A resposta para essa pergunta é muito simples. Obviamente existem diferenças entre eles (índice glicêmico, valor nutricional e preço, basicamente), mas todos são açúcares e não temos necessidade alguma de adicioná-los à nossa alimentação.

O comportamento deles no nosso organismo é exatamente o mesmo independente do tipo: causa picos de insulina (= favorece o acúmulo de gordura).

Existem alimentos já "doces" por natureza, como por exemplo, as frutas, alguns legumes e por aí vai. Nosso paladar deve se acostumar com esse tipo de sabor, que é o normal e natural. Obviamente não é tarefa fácil para todos, e para isso existem alguns adoçantes naturais que podem ajudar nesse processo (xylitol, eritritol....).

Mas o segredo é a adaptação e a criação de um hábito saudável. Para começar, você pode ir diminuindo a quantidade de açúcar aos poucos até chegar ao ponto de se acostumar a usar tudo sem ele. Inclusive o café. 

Sua saúde agradece!



HIIT e perda de peso

Sabemos hoje que, uma das melhores opções de exercício para promover a perda de peso é o HIIT (abreviação de High Intensity Interval Training, termo em inglês para Treino Intervalado de Alta Intensidade).
Conforme o nome indica, ele envolve exercícios aeróbicos realizados em alta intensidade por um curto período de tempo, intercalados com momentos de descanso.
Mas, como um execício tão rápido pode promover a perda de peso?
O impacto agudo do exercício físico sobre o metabolismo pode não estar restrito à sessão de exercício em si, pois há um estímulo para que o gasto energético fique acima da taxa metabólica basal normal durante o período pós-exercício,(EPOC). Esse aumento de consumo de energia visa à recuperação ao estado pré-exercício por meio da ressíntese dos fosfatos de alta energia, da remoção e metabolização do lactato, do reabastecimento de oxigênio no sangue, nos líquidos corporais e na mioglobina muscular, da diminuição da temperatura corporal, além de manter elevadas a circulação e a ventilação durante a recuperação. 
Esse gasto energético pós-exercício é maior e mais prolongado quanto mais extenuante for o exercício, ou seja, quanto mais intenso for o esforço.
Aí vem o "pulo do gato": a energia gasta no tempo de recuperação é provida especialmente pelos lipídios, uma vez que substâncias como o hormônio do crescimento (GH) e as catecolaminas continuam elevadas depois de o treino, da mesma forma que a atuação da lipase lipoproteica. 
Além dos exercícios aeróbicos é essencial incluir a musculação, para promover não só a perda de gordura através do HIIT mas o maior ganho e manutenção da massa muscular. Lembre-se: quanto maior a massa muscular, mais ativo o seu metabolismo é. No caso de obesos, isso é extremamente importante para intensificar a redução do peso corporal e manutenção do mesmo à longo prazo.