Vitamina D e você

Durante muitos anos, a vitamina D não fazia parte do protocolo de atendimento nutricional. Nos dias atuais, pedir a dosagem dessa vitamina é de suma importância visto que grande parte da população pode apresentar deficiência. A exposição natural à luz do sol mantém uma nutrição de vitamina D adequada para a maior parte das pessoas, entretanto algumas com exposição insuficiente podem ter deficiência dessa vitamina.

A principal função da vitamina D é aumentar a absorção intestinal de cálcio, essencial para a saúde dos ossos. Ela precisa do sol para ser sintetizada, por isso doses diárias de exposição são sempre bem-vindas. Ela também tem a finalidade de regular a pressão arterial e prevenir doenças autoimunes. Algumas delas, como artrite reumatóide, doença de Crohn, esclerose múltipla e diabetes tipo 1 foram associadas a um estado nutricional inadequado de vitamina D. 

Por somente uma parte ser sintetizada pela exposição à luz solar - cerca de 5 a 15 minutos diários entre 10 e 15 hrs é suficiente - o restante deve vir via alimentação.

As maiores fontes alimentares dessa vitamina são o fígado, carne bovina e ovos (principalmente a gema), laticínios (leite, queijo e manteiga) e alguns peixes de água salgada, como arenque, salmão, atum e sardinha. 

Devem ter atenção redobrada os idosos, por possuírem uma ingestão deficiente dessa vitamina pela redução do apetite, além da pequena exposição ao sol. Bebês também correm risco porque o leite humano é pobre em vitamina D, além da exposição à luz solar ser mínima. Muitos médicos costumam até suplementar vitamina D logo na infância, como fator preventivo.

Um simples exame de sangue é capaz de detectar como estão os seus níveis dessa vitamina. E aí? Já conversou com seu nutricionista?